domingo, 30 de abril de 2017

"Duas corridas" em Estremoz: Ventura e Moura "a ferver" na segunda parte

Ventura e Moura ontem mano-a-mano em Estremoz. Houve "duas corridas", uma
morna e sonsa na primeira parte, outra emotiva e empolgante na segunda. A
praça não encheu. E isso foi o lado negro da festa
Num toiro (o seu último), Diego Ventura deixou bem patente a grandeza e a toreria 
que lhe vão na alma. É um grande toureiro, capaz de numa só lide fazer desfilar
pela arena tudo o que os dois primeiros toiros lhe não deixaram mostrar... ou
deixaram, mas sem transmissão não pode haver emoção
A atitude (esperou o seu terceiro toiro à porta da gaiola e virou tudo do avesso
com um ferro de parar corações) e a maestria de João Moura Jr. em grande
destaque ontem em Estremoz. Muito temple, muito mourismo
Clareiras nos sectores de sombra. Público não correspondeu à grandeza do cartel
e ao empenho do empresário espanhol Carlos Zuñiga (filho)
Sectores de sol a abarrotar
Manuel Ramalho, forcado de dinastia dos Amadores de Montemor, ganhou o
troféu "João Cortes" (quinta pega). Decisão do júri provocou divisão de opiniões.
Em baixo, João Cortes homenageado ao início da corrida. Com o presidente da
Câmara, Luis Mourinha, mostrando o quadro que lhe foi oferecido pelo Grupo
de Montemor e pela Tertúlia "Valores e Tradição"


Miguel Alvarenga - Quando um mano-a-mano de duas das máximas figuras do toureio a cavalo não enche a (pequeno) praça de Estremoz, talvez seja aconselhável pensar duas vezes e tentar entender os porquês de um desaire de bilheteira como o que ontem ocorreu. Carlos Zuñiga (filho) era, ao final, um empresário desolado - e com razões para o ser. O elevado preço dos bilhetes (Estremoz é, para todos os efeitos, uma praça de província, não é propriamente o Campo Pequeno) pode ter contribuído para as muitas clareiras que havia no sector 1. O sol estava cheio e a sombra composta, a praça terá registado três quartos fortes de entrada - mas impunha-se que, com um esforço empresarial destes, tivesse esgotado e ficasse gente na rua. Não aconteceu.

"Primeira corrida" corrida sonsa e morna...

Artisticamente, houve duas corridas. Uma, na primeira parte, sonsa e com pouco para contar. Os três primeiros toiros de Romão Tenório eram verdadeiras "tourinhas", galoparam suavemente atrás dos cavalos, foram meiguinhos em demasia, deixaram fazer tudo e não transmitiram nada. Faltou toiro, faltou risco, não houve emoção. Ventura fez tudo bem feito nos seus dois primeiros toiros, demonstrou toda a sua maestria e a incrível aptidão dos seus fantásticos cavalos. Moura Jr. procurou transmitir sem, contudo, ter matéria prima para brilhar. As três primeiras pegas não tiveram dificuldades de maior. O primeiro toiro foi pegado por António Costa Monteiro, dos Amadores de Montemor, à primeira; a segunda pega foi executada por Nuno Toureiro, dos Amadores de Monforte, à segunda, depois de na primeira o toiro lhe ter passado ao lado; a mais emotiva, até aqui, foi a terceira, de Francisco Bissaia Barreto (Montemor), à primeira. A melhor pega da corrida, para mim.
O piso da arena - um areal a que só faltou ter mar para ser uma praia - pode ter contribuído para o comportamento demasiado dócil e o pouco andamento dos três primeiros toiros. Depois de alisada ao intervalo, foi outra arena a que serviu de cenário à segunda parte da corrida - que foi, de facto, outra corrida, distinta da primeira em todos os aspectos.

"Segunda corrida" emotiva e empolgante

Até então demasiado frio e quase adormecido pela pasmaceira em que decorreram as três primeiras lides, o público aqueceu e os cavaleiros "ferveram" nos três últimos toiros. Houve emoção na arena e calor na bancada, gente de pé, coisa que até ali não acontecera. Os três toiros da segunda parte, com mais trapio, melhor andamento e maior transmissão, tiveram pela frente dois cavaleiros mais empenhados, mais aguerridos e a procurar que as lides resultassem mais emotivas. Dois toureiros em verdadeira competição. Conseguiram os seus objectivos. Houve por fim picardia e competição entre Ventura e Moura. O público saíu satisfeito e o ambiente em torno da praça, ao longo de quase duas horas, foi enorme. A "segunda corrida" foi, na realidade, fantástica.
João Moura Júnior procurou elevar as boas qualidades de lide do seu segundo toiro e a sua actuação foi apoteótica. Deu vantagens ao toiro, deixou-o vir, aguentou até ao fim, quarteando-se num palmo de terreno e cravando ferros de muita raça. Esteve brilhante a bregar, perfeito em alardes de maestria e arte. Esteve "à Moura" e está tudo dito.
Diego Ventura é um grande toureiro. Tem uma quadra mais afinada que um relógio suíço. E mexe com os toiros de forma empolgante. Na última oportunidade que lhe restava para não sair dali vencido, fez desfilar pela arena os seus melhores cavalos e demonstrou toda a sua imensa tauromaquia numa lide enorme e variada - onde fez de tudo, até tirar a cabeçada do último cavalo (bem sei que não é muito aceitável, mas a culminar uma actuação de tão grande nível, meus senhores, aceita-se tudo!) e cravar sem ela um par de bandarilhas (que ficou só por metade), evidenciando o espectacular cavalo que montava e o grande equitador e toureiro que é. Indiscutivelmente. O toiro transmitiu e Ventura retransmitiu a grandeza da toreria que lhe vai na alma. Esteve deslumbrante, o público entrou em delírio. Deu duas voltas à arena, a primeira com o forcado, a segunda com o ganadeiro Francisco Romão Tenório e outra vez com o forcado Manuel Ramalho (que se esquecera de ir chamar de novo, mas foi para tal avisado pelo director de corrida Marco Gomes, que esteve correctíssimo nesta atitude).
Toureiro de garra e de nunca se dar por vencido, Moura Júnior entrou na arena para lidar o último toiro decidido a "responder" ao triunfo estrondoso de Ventura. Cheio de atitude e de querer, esperou o toiro à porta da gaiola e virou tudo de pernas para o ar com um primeiro ferro comprido de parar corações. A partir daí, abriu o livro e bordou o toureio, emocionando tudo e todos com ferros de muita ousadia, indo buscar o toiro aos seus terrenos, parando, provocando e cravando em terrenos proibídos, quase sem saída possível, num curto palmo de terreno, o terreno da verdade. Esteve enorme. Enorme mesmo. O ganadeiro voltou a ser chamado à praça.
Assim, o que parecia ao intervalo condenado a ser uma corrida morna e sonsita, acabou por ser, por obra e graça de três toiros com mais transmissão e dois toureiros com coração de leão, uma corrida das que deixam os aficionados horas a comentar e a relembrar.
Nesta segunda parte pegaram João Maria Falcão (Monforte) à segunda; Manuel Ramalho (Montemor) à primeira, fechando-se muito bem e com o grupo a ajudar coeso; e Rodrigo Russo (Monforte) à primeira, este numa pega muito emotiva e a aguentar muito bem os derrotes do toiro.
O prémio "João Cortes" foi atribuído à pega do montemorense Manuel Ramalho (quinto toiro), decisão que dividiu as opiniões. Houve quem defendesse que foi melhor a pega de Bissaia Barreto e quem saísse da praça a protestar por não terem dado o troféu à última pega dos Amadores de Monforte, a de Rodrigo Russo. Mas quando há um prémio, só pode haver um vencedor...

Fado e homenagem a João Cortes

Ao início da corrida, com os dois cavaleiros, os cabos dos dois grupos de forcados, o ganadeiro, o empresário, o presidente da Tertúlia "Valores e Tradição", Francisco Mira e o presidente da Câmara, Luis Mourinha na arena, prestou-se emotiva homenagem ao grande forcado estremocense João Cortes, antigo cabo dos Amadores de Montemor. João Margalho foi o orador e leu depois as bonitas palavras que outro antigo cabo do Grupo de Montemor, António José Zuzarte (que não pôde estar presente) dedicou ao seu sucessor na chefia do grupo. O fadista Manuel da Câmara cantou o fado dedicado ao homenageado e o público rendeu tributo a Cortes com uma calorosa ovação.
Marco Gomes esteve acertado, diligente e com aficion na direcção desta corrida. Que foi boa. Mas que podia ter sido melhor. Se tivesse havido uma primeira parte tão empolgante e emotiva como a segunda. Se tivesse havido toiros na primeira parte, com houve na segunda. Houve duas corridas, parecia que havia também duas ganadarias. E se o esforço e o empenho do empresário Carlos Zuñiga tivesse sido correspondido pelo público. Um cartel destes tinha que ter esgotado a lotação da praça com dias de antecedência. Paciência.
Um último comentário. A mais um falhanço (costumeiro) dos serviços metereológicos. Não acredito que tenham intenções anti-taurinas e quisessem prejudicar a corrida. Mas a verdade é que em nada ajudaram ao anunciar chuvas para sexta-feira e para sábado. Dias fantásticos de sol. Não acertam uma, estes rapazes...

Mais logo, não perca a grande foto-reportagem de Maria João Mil-Homens: o filme das seis pegas, os Momentos de Glória da tarde, os Famosos que ontem estiveram em Estremoz.

Fotos Hugo Teixeira

Ferrera e Ureña cortam orelha em Sevilha

António Ferrera: faena de maestro e uma orelha de lei
Colhida, sem quaisquer consequências, de Paco Ureña ontem em Sevilha



António Ferrera, "um maestro em plenitude", como o site aplausos.es titulou a  crónica, cortou ontem uma orelha de lei em Sevilha na aguardada corrida dos toiros de Victorino Martín, bem apresentados e de jogo variado, tendo-se destacado o segundo, terceiro e quinto e o sexto por ter sido o que mais transmitiu.
Ferrera (foto da esquerda), no primeiro toiro, foi ovacionado, obtendo uma orelha no segundo com forte petição da segunda. Manuel Escribano foi silenciado nos dois do seu lote e Paco Ureña (foto da direita) cortou também uma orelha no seu primeiro toiro, sendo silenciado no segundo.

Fotos Arjona/aplausos.es




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sábado, 29 de abril de 2017

2ª feira, 1 de Maio, no Cartaxo: Rouxinol, Ana Batista e Telles Bastos



Trio da Apoteose em Setembro em Évora na 1ª Corrida do CRE



Depois do êxito que constituiu a corrida de terça-feira passada em Alter, o empresário António Manuel Cardoso "Nené" (Toiros & Tauromaquia) repete em Évora o Trio da Apoteose - Moura Caetano, João Moura Jr. e João Telles - a 9 de Setembro na que será a 1ª Corrida do Clube de Rugby de Évora.
Évora abre a temporada a 4 de Junho com o 58º Concurso de Ganadarias, em que toureiam, como ontem revelámos, António Telles, João Moura Jr. e Marcos Bastinhas e pegam os forcados de Santarém e de Évora; e a 30 de Junho recebe a tradicional Corrida de S. Pedro, que deverá ter cartel formado por João Moura, Pablo Hermoso de Mendoza e João R. Telles e os Forcados Amadores de Évora (despedida do cabo António Alfacinha) com toiros da ganadaria Passanha.

Foto Maria Mil-Homens


Hoje em Estremoz: o mano-a-mano da temporada!



Portugueses este fim-de-semana em Espanha

Rui Fernandes é amanhã o cabeça de cartaz da corrida de rejoneio que se
celebra em Campanário (província de Badajoz)
João Moura Caetano também actua amanhã em Campanário (Badajoz), depois
de há duas semanas ter iniciado a sua temporada espanhola em La Garrovilla
com um grande triunfo, cortando quatro orelhas
João Ribeiro Telles abre amanhã em Feria (Badajoz) a sua
campanha espanhola
Diogo Fera reaparece amanhã como novilheiro em Feria (Badajoz) e o picador
Simão Neves (foto de baixo) actua amanhã e 2ª feira na Monumental de Madrid

Os cavaleiros Rui Fernandes, João Moura Caetano e João Ribeiro Telles, o novilheiro Diogo Fera e o picador Simão Neves são os artistas lusos que este fim-de-semana vão participar em corridas de toiros em Espanha.
Rui Fernandes e Moura Caetano toureiam amanhã, domingo, em Campanário, na província de Badajoz, repartindo cartel com o rejoneador Leonardo Hernández - exactamente o mesmo trio que actuará a 8 de Junho no Campo Pequeno. Na corrida de rejoneio de amanhã em Campanário, enfrentarão toiros da ganadaria de Herdeiros de Bernardino Píriz.
Amanhã, também, em Feria (Badajoz), reaparece o novilheio Diogo Fera num festival misto em que actua igualmente o cavaleiro João Ribeiro Telles, que abre a sua campanha espanhola. Lidam-se novilhos-toiros de distintas ganadarias e actuam ainda os novilheiros espanhóis Miguel Ángel Silva e Juan Toscano.
Ainda amanhã, domingo e também na segunda-feira, 1 de Maio, marca presença na Monumental de Madrid o picador Simão Neves, sendo a primeira vez que um português pisa em duas tardes consecutivas a primeira arena do mundo.

Fotos D.R. e Maria Mil-Homens


Próximo sábado: "toiros de morte" em Montemor!



É já no próximo sábado, 6 de Maio, que terá lugar na praça de Montemor-o-Novo a grande corrida dos super-toiros de Fernandes de Castro (dois exemplares nas fotos de cima) com mais de 550 quilos! Uma corrida a não perder.
Serão lidados pelos cavaleiros Luis Rouxinol (a cumprir nesta temporada os seus 30 anos de alternativa), Filipe Gonçalves (um dos grandes triunfadores da última temporada) e João Salgueiro da Costa (em ano decisivo de vai ou racha e que terá aqui a grande oportunidade de se afirmar de uma vez por todas).
Tarde de grande expectativa nas pegas, também, a cargo dos Amadores de Montemor e dos Amadores de Évora, comandados respectivamente por António Vacas de Carvalho e António Alfacinha (que este ano se despede das arenas e comanda o grupo pela última vez em Montemor nesta corrida).

Fotos Florindo Piteira


Semanário "Olé!" regressa às bancas na próxima 5ª feira


Após uma ausência forçada por motivos pessoais do seu director Luis Miguel Pombeiro, o jornal "Olé!" vai regressar às vendas (semanalmente) já na próxima quinta-feira, 4 de Maio.
Com o seu habitual painel de críticos e cronistas, "iremos conrinuar os nossos objectivos de defesa e divulgação da Festa, semanalmente até Novembro", anuncia Pombeiro.

Ventura hoje em Estremoz e amanhã em Sevilha



Depois do mano-a-mano desta tarde em Estremoz com João Moura Jr., Diego Ventura (foto de cima e, ao lado, com Miguel Alvarenga em 2013 no Hotel Rio, em Badajoz) actuará amanhã, domingo, na Real Maestranza de Sevilha na única corrida de rejoneio da Feira de Abril, que ali decorre.
Frente a toiros da ganadaria de Fermín Bohórquez, reparte cartel com Sérgio Galán e a francesa Lea Vicens.

Fotos D.R.


Colóquio amanhã na Azambuja com Figuras do toureio equestre



Os cavaleiros Emídio Pinto, António Ribeiro Telles e Ana Batista (na foto de cima, com José Palha) intervêm amanhã, domingo, 30 de Abril (véspera de feriado) num Colóquio na sede da Poisada do Campino, em Azambuja, sobre o tema "Toureio a Cavalo - passado, presente e futuro", que será moderado por João Cortesão (foto ao lado).
Este colóquio - com início às 21h30 - será o primeiro sobre os mais diversos temas da Tauromaquia que se vão realizar, integrados no Mês da Cultura Tauromáquica em Azambuja.

Fotos Emílio de Jesus

Próximo fim-de-semana em grande em Vila Franca!



VILA
FRANCA
em festa
nos dias
6 e 7 de Maio

Salgueiros amanhã no "Painel" no jantar da Tertúlia "Sol & Moscas"

O Restaurante "Painel Grill" (Alcântara, Lisboa) recebe amanhã os Salgueiros
(foto de cima) em mais um jantar da Tertúlia "Sol & Moscas"


A Tertúlia Tauromáquica "Sol & Moscas", presidida por Carlos Veiga, realiza amanhã, domingo, mais um jantar no Restaurante "Painel", em Alcântara (Lisboa), tendo desta vez por convidados os cavaleiros João Salgueiro e João Salgueiro da Costa.
A coisa promete!

Fotos Emílio de Jesus e D.R.


Força, força, companheiro Vasco!


Vasco Pinto, um dos grandes forcados da sua greação, já retirado das arenas e que foi cabo dos Amadores de Alcochete, apresenta no próximo sábado, 6 de Maio, a sua candidatura à presidência da Câmara de Alcochete nas eleições autárquicas de Outubro, em que concorre apoiado pelo seu partido, CDS/PP, e também pelo PSD na coligação "De Alma e Coração".
O acto de apresentação terá lugar Largo da República (Salineiro) em Alcochete.
O "Farpas" apoia a candidatura de Vasco Pinto!

Foto D.R.


Feira das Viagens: 5 a 7 de Maio no Campo Pequeno



18 de Maio: Pablo e os Mouras no Campo Pequeno! Alguém vai perder?



Clube Taurino Vilafranquense premeia esta noite triunfadores da "Palha Blanco" e rende tributo a José Júlio



O Maestro José Júlio (foto) é esta noite homenageado em Vila Franca pelo Clube Taurino Vilafranquense no jantar de aniversário desta instituição e também de entrega de troféus aos triunfadores da última temporada na praça "Palha Blanco". Receberá muito justamente o prémio Prestígio.
O jantar tem lugar a partir das 20 horas no Lezíria Parque Hotel, em Vila Franca de Xira. Os galardoados são o cavaleiro Francisco Palha, o matador António João Ferreira, o forcado João Mesquita (do GFA de Coruche), o bandarilheiro João Ferreira e a ganadaria Falé Filipe.

Foto D.R.

Ferrera, Escribano e Ureña hoje em Sevilha com os Victorinos



A corrida de hoje na Real Maestranza de Sevilha é uma das que maior expectativa gera entre a aficion. Lidam-se seis toiros da ganadaria histórica de Victorino Martín e actuam três matadores que são dos que mais têm enfrentado exemplares desta dura divisa: António Ferrera, Manuel Escribano e Paco Ureña.
Ao lado, todos os cartéis da Feira de Abril.

Fotos aplausos.es

Hoje em Estremoz: o grande "duelo" Ventura/Moura Jr.


Ontem, 6ª feira: 10.850 leram o "Farpas"!


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Ricardo Relvas: correspondente do "Farpas" é o único fotógrafo português credenciado em Madrid

Ricardo Relvas em Las Ventas, fotografando e telefonando... sempre em directo
para o "Farpas" e sempre em cima dos grandes acontecimentos!


O antigo toureiro Ricardo Relvas, hoje destacado repórter fotográfico taurino e correspondente do "Farpas" em Espanha há vários anos, é, um ano mais, o único jornalista português credenciado pela empresa da Monumental de Madrid, a primeira praça de toiros do mundo, para fazer a cobertura da temporada na capital espanhola.
Um excelente profissional a quem a nova empresa de Las Ventas, presidida pelo francês Simón Casas, acaba de renovar a credencial (ao lado) de acesso à Monumental.

Fotos D.R.

sexta-feira, 28 de abril de 2017

2 orelhas em Sevilha: Manzanares demolidor!



Verdadeiramente demolidor com a espada, culminando da melhor forma duas faenas de uma imensa arte, José Maria Manzanares (fotos) sagrou-se hoje absoluto triunfador da corrida de Sevilha (praça cheia, apesar da chuva), cortando duas orelhas, uma em cada um dos toiros de Juan Pedro Domecq.
Um triunfo sevilhano que faz aumentar a expectativa para a sua apresentação no Campo Pequeno no próximo dia 13 de Julho, onde vai actuar "mano-a-mano" com Pablo Hermoso de Mendoza em mais uma das grandes nocturnas da temporada lisboeta, completando o cartel o glorioso Grupo de Forcados Amadores de Montemor.
Hoje em Sevilha, repartiu cartel com Enrique Ponce (silêncio nos dois) e López Simón (ovação no primeiro toiro e novamente ovação no segundo, desta vez com petição de orelha).

Fotos Arjona/Pagés/aplausos.es e cultoro.es